JORNAL
:: Jornal - como e porque trabalhá-lo em sala de aula?
Como veremos a seguir, mas o porque é simples: a partir do momento em que os alunos se colocam de maneira crítica diante dos jornais, passam a ver os veículos de comunicação de outra forma, auxiliando assim a construção da cidadania. O segundo aspecto é que a produção de um jornal quando realizada em sala de aula, não é tão dispendiosa, como em um programa eletrônico e possibilita que a qualquer tempo o professor revisite conceitos e tenha o material sempre a mão.
O acesso facilitado é o terceiro aspecto que torna o jornal um ótimo instrumento educacional de apoio. Isso porque já é política de veículos de comunicação a distribuição dos jornais para serem utilizados em sala de aula, contando até mesmo com edições especiais feitas propositalmente para este fim (ao final da oficina, serão transmitidos os contatos das empresas que fazem este trabalho).
Os alunos são estimulados pelos meios de comunicação a todo momento e trazem para a sala de aula os resultados desses estímulos.É importante que os professores estejam sempre dispostos a conversar sobre os meios de comunicação com os alunos, apontando dilemas e soluções. Atividade: é possível promover essa discussão em sala de aula? É papel do educador conversar sobre os conteúdos televisivos, por exemplo? Como e porque fazer/ não fazer?
Como utilizar os jornais em sala de aula?
Muitas pessoas lêem e não entendem o que estão lendo. Isso é chamado de analfabetismo funcional. O jornal é um veículo que se fundamenta na possibilidade de compreensão da leitura e assim busca seus fins. É indissociável, portanto, a leitura dos jornais da compreensão dos textos. Porém, em um jornal diário é possível encontrar todo tipo de textos, como os econômicos ou aqueles voltados ao entretenimento. Inicialmente, propõe-se que os educadores façam uma atividade identificando os diferentes tipos de texto e como eles interagem com a sala de aula.
Como utilizar os jornais em sala de aula?
Muitas pessoas lêem e não entendem o que estão lendo. Isso é chamado de analfabetismo funcional. O jornal é um veículo que se fundamenta na possibilidade de compreensão da leitura e assim busca seus fins. É indissociável, portanto, a leitura dos jornais da compreensão dos textos. Porém, em um jornal diário é possível encontrar todo tipo de textos, como os econômicos ou aqueles voltados ao entretenimento. Inicialmente, propõe-se que os educadores façam uma atividade identificando os diferentes tipos de texto e como eles interagem com a sala de aula.
Um segundo aspecto é como o jornal pode complementar o trabalho feito em sala de aula. Uma reportagem sobre o aumento do efeito estufa, por exemplo, pode ser um bom início para uma aula de ciências, mostrando que o conteúdo visto em sala de aula está presente na vida dos alunos. Algumas reportagens, é possível identificar mais de um tema. Com essa atividade, também é possível discutir com os alunos a rotina dos meios de comunicação, buscando iniciar uma discussão sobre os jornais.A seguir propõe-se que, a partir dos textos identificados, encontre-se diferentes temas para abordar, seguido de uma discussão com os professores sobre como conduzir essa discussão com os alunos (como abordar, como envolver, como alcançar os resultados finais).
Leitura crítica dos jornais
Orientações como a linha editorial de um jornal ou a dependência de publicidade estão presentes na grande maioria dos veículos de comunicação, mas só é possível identificá-las a partir do momento em que nos colocamos de maneira crítica perante esses veículos. A leitura crítica dos jornais consiste na tomada de consciência de vários aspectos da produção noticiosa, desde a escolha das matérias, da abordagem, até a análise dos efeitos sobre o público.
Orientações como a linha editorial de um jornal ou a dependência de publicidade estão presentes na grande maioria dos veículos de comunicação, mas só é possível identificá-las a partir do momento em que nos colocamos de maneira crítica perante esses veículos. A leitura crítica dos jornais consiste na tomada de consciência de vários aspectos da produção noticiosa, desde a escolha das matérias, da abordagem, até a análise dos efeitos sobre o público.
Para que se realize a leitura com maior efetividade, é importante o contato com outros veículos de comunicação, ainda que eles sejam veiculados em outros suportes (como a televisão ou internet). Isso porque, levando em consideração as características de cada suporte, todos eles são veículos de comunicação e trazem consigo conceitos, valores. Identificando-os e comparando o que foi noticiado, é possível ao educador colocar-se de maneira menos ingênua e fragmentada.
Também é importante estar atento aos estímulos dos meios de comunicação, pois por meio deles é possível identificar valores e cevar a uma reflexão mais profunda. A sexualidade, por exemplo, como ela é abordada nos veículos de comunicação? Como trabalhar esses conceitos com os alunos? A seguir propomos uma discussão com os professores: alguma vez você já foi realmente informado pelos jornais? Como isso aconteceu? Como identificar quais são informações importantes e quais são baseadas no senso comum? Como trabalhar o volume de informações que vem dos jornais em sala de aula?
:: Pensadores
Diversos pensadores contribuíram para o desenvolvimento do referencial teórico sobre as intersecções entre a educação e a comunicação. Nesta área do site são disponibilizadas informações sobre autores reconhecidos que, de forma direta ou indireta, abordaram as relações existentes entre as duas áreas do conhecimento.
Diversos pensadores contribuíram para o desenvolvimento do referencial teórico sobre as intersecções entre a educação e a comunicação. Nesta área do site são disponibilizadas informações sobre autores reconhecidos que, de forma direta ou indireta, abordaram as relações existentes entre as duas áreas do conhecimento.
Ismar de Oliveira Soares
O jornalista Ismar de Oliveira Soares é professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, presidiu a União Cristã Brasileira de Comunicação (UCBC) e também a União Católica Latino-americana de Imprensa.
O jornalista Ismar de Oliveira Soares é professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, presidiu a União Cristã Brasileira de Comunicação (UCBC) e também a União Católica Latino-americana de Imprensa.
Ismar é reconhecido como um dos mais ativos pesquisadores na área da Comunicação e Educação, no Brasil, com o seu trabalho na coordenação do Núcleo de Comunicação e Educação (NCE) da ECA/USP. O projeto mais expressivo do Núcleo, o Educom.radio, atende centenas de escolas do ensino fundamental da Prefeitura de São Paulo.
Para conhecer um pouco do pensamento e do trabalho do prof. Ismar acesse:
http://www.usp.br/educomradio/cafe/cafe.asp?editoria=TPROF.
http://www.usp.br/educomradio/cafe/cafe.asp?editoria=TPROF.
FONTE:Fundação Pró Menino
BLOG
A Internet é um ambiente interativo onde encontramos diversas possibilidades que nos permitem criar estímulos sensoriais diversificados e ao mesmo tempo que possam ser agregados à construção da aprendizagem.
O BLOG como ferramenta pedagógica é uma das opções mais dinâmicas de socialização dos conteúdos, como em um modelo de diário virtual, com muita praticidade é possível: criação, além de podermos personalizar em sua grande maioria com um baixo custo os projetos e atividades desenvolvidas em sala de aula.
Pode ser utilizado em qualquer curso de Educação Infantil, Fundamental I e II, Ensino Médio podendo ser utilizado na escola como um recurso facilitador na integração da escrita com a leitura e até como fonte de pesquisa e produção de trabalhos no Ensino Superior que abrangem as suas potencialidades e insuficiências, considerando a inclusão, a interatividade e a construção coletiva.
http://blogblogs.com.br/blog/ferramentapedagogica-blogspot-com/links
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http://blogandonasondasdoradio.blogspot.com/
http://rpedagogicos.blogspot.com/2009/07/o-radio-na-sala-de-aula.html
http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/anonimo/educom/nasondas.aspx
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RÁDIO
Formas diferentes de ensinar existem porque há, também, sujeitos com capacidades diferentes e com o mesmo direito de aprender.
Sob essa realidade, alternativas pedagógicas estão sendo ignoradas, prejudicando o desempenho de alunos com dificuldades no aprendizado.
Nessa perspectiva, o rádio é uma alternativa simples e barata para a introdução de novas tecnologias no espaço escolar.
O rádio é um meio de comunicação de massa popular que permite o alcance de qualquer pessoa, por ter custos baixos e ser de fácil compreensão. Por não se tratar de um formato novo e desconhecido da sociedade, pode haver fácil aceitação das escolas, professores e alunos como recurso metodológico alternativo.
O processo de pesquisa realizado sugere, diante do aumento do nível de atenção, da compreensão de texto e da participação e entusiasmo no desenvolvimento de atividades de alunos de classe especial, que o rádio pode ser utilizado como suporte de texto alternativo no processo de alfabetização de estudantes com deficiência mental e dificuldades de aprendizagem.
http://blogandonasondasdoradio.blogspot.com/
http://rpedagogicos.blogspot.com/2009/07/o-radio-na-sala-de-aula.html
http://portalsme.prefeitura.sp.gov.br/anonimo/educom/nasondas.aspx
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TV e VÍDEO
Finalmente o vídeo está na sala de aula. E dele se esperam, como em tecnologias anteriores, soluções imediatas para os problemas crônicos do ensino-aprendizagem. O vídeo ajuda a um bom professor, atrai os alunos, mas não modifica substancialmente a relação pedagógica. Aproxima a sala de aula do cotidiano, das linguagens de aprendizagem e comunicação da sociedade urbana, mas também introduz novas questões no processo educacional.
O vídeo está umbilicalmente ligado à televisão e a um contexto de lazer, e entretenimento, que passa imperceptivelmente para a sala de aula. Vídeo, na cabeça dos alunos, significa descanso e não "aula", o que modifica a postura, as expectativas em relação ao seu uso. Precisamos aproveitar essa expectativa positiva para atrair o aluno para os assuntos do nosso planejamento pedagógico. Mas ao mesmo tempo, saber que necessitamos prestar atenção para estabelecer novas pontes entre o vídeo e as outras dinâmicas da aula.
Vídeo significa também uma forma de contar multilingüística, de superposição de códigos e significações, predominantemente audiovisuais, mais próxima da sensibilidade e prática do homem urbano e ainda distante da linguagem educacional, mais apoiada no discurso verbal-escrito.




